Ensinar a escrever, assim como ensinar, é uma arte, uma arte porque não temos base sólida de conhecimentos. Tacteamos, experimentamos e assim vamos avançando. Uma arte que envolve relações entre pessoas, entre seres humanos e essa é a parte mais bela da arte de ensinar e de ensinar a escrever.
Segundo Fonseca (1994: 150), os alunos não aprendem a escrever porque na escola não se ensina a escrever.
As funções da escrita são múltiplas e variadas: escreve‑se para identificar algo ou alguém, para mobilizar a acção, para recordar, para satisfazer pedidos ou exigências, para reflectir, para aprender e para criar (Grabe & Kaplan, 1996).
Sim-Sim, et al. (1997)
“Na aprendizagem da escrita, para além da definição do objectivo, deve enquadrar-se o contacto com a diversidade de géneros textuais relevantes, de modo a que os alunos possam apreender a sua especificidade em termos de forma e conteúdo e para que possam aceder à realização de funções por meio dos produtos escritos.”
Barbeiro & Pereira (2007:10)
O processo de escrita envolve três subprocessos:
a planificação
a redacção
a revisão
A planificação consiste na construção da representação interna do saber;
A redacção é a transformação das ideias em linguagem visível;
A revisão, a análise do texto já produzido e a sua eventual transformação.
Dimensão Textual
Texto Narrativo
Texto expositivo
Recriação da história " Os Três porquinhos"
Biografia de Amália
Avisos
Texto expositivo
Recriação da história " Os Três porquinhos"
Biografia de Amália
Avisos
OFICINA DE ESCRITA
TRABALHOS DOS ALUNOS